9 de novembro de 2013

A lenda de Artur e dos monstruosos cruzamentos largos malditos do inferno do terror do abismo da morte

Alguém explique ao homem que a bola descreve uma trajectória e que, a determinado ponto, o esférico fica acessível apenas e só para ele, homem alto e espadaúdo, que pode, meu Deus, usar as mãos, isto é tipo um plot twist para ele, para chegar à bola antes dos avançados e recolhê-la para junto do seu peito quente, onde a redondinha deseja muito estar, onde ela se sente segura e feliz, ao contrário de nós, benfiquistas, sempre que há um cruzamento para a nossa área.

2 comentários:

São João disse...

Depois daquela cueca da Patrícia, como é que tens lata para reclamar do vosso guarda-redes?

Ricardo disse...

É uma questão de fundo que não pode passar em claro, o rácio defesas que dão pontos / frangalhadas monumentais pende claramente a favor do Patrício.