9 de junho de 2012

Farewell and goodnight

A distância ganhou. Sem floreados desnecessários, é isto: a distância ganhou. Uma distância que, mais do que em quilómetros, terminou a ser medida em vontades. E se quando a vontade é imensa as coisas são difíceis, quando esta começa a viver à base de dúvidas torna-se completamente impossível. E assim foi.
Acabam-se as escapadelas para norte, o corpo todo torto naqueles lugares do comboio, ler e ouvir música era só para enganar, sonhar era o que se fazia durante aquelas horas. Terminou tudo, tudo o que parecia ser interminável. Apesar de saberes bem que nada o é, certo? Pois. A saudade. 

6 comentários:

Lia disse...

não fui eu que disse, mas podia :s

Ricardo disse...

Não é bom sinal...

Lia disse...

Pois não, mas acredita que não lhe mudava nem uma única virgula, nenhuma palavrinha!

Ricardo disse...

Eu mudava muitas, todas.

Lia disse...

Interpretação errada das minhas palavras... Eu mudava todos os acontecimentos, mas infelizmente não mudo uma virgula daquilo que tu escreveste na minha visão da coisa.

Ricardo disse...

=)