19 de dezembro de 2014
15 de dezembro de 2014
Agruras de um pai de uma semi adolescente
Encontrar isto na porta, enquanto ela arruma o quarto:
E depois, entrar e encontrar isto:
Os One Direction ainda tolero, agora o Justin Bieber? Deus nos ajude a todos.
Agora sim, terminam os concertos em 2014
Tenho, por vezes, dificuldade em perceber o que eu fiz de bom para merecer este tipo de coisas: além de me ter feito a surpresa com os bilhetes ainda se arrastou comigo para o Garage, para ver quatro (só vimos três, graças à facilidade de estacionamento em Alcântara...) bandas portuguesas que ela nunca sonhou em ver (ou tem facilidade em tolerar, vá). E ela aguentou, estoicamente, e gostou um bocado de More Than a Thousand de tudo. Já eu, gostei bastante e fiquei com a certeza de que eu e os meus amigos, há dezassete anos atrás, éramos gajos para termos tido aqui o concerto de uma adolescência, e eu bem vi na cara de alguns adolescentes que foi isso que aconteceu,
12 de dezembro de 2014
7 de dezembro de 2014
5 de dezembro de 2014
Ainda dos concertos
Acho que este ano foi o melhor ano de concertos da minha vida: Arcade Fire, Black Keys, Arctic Monkeys, Linda Martini (só duas vezes...), Paus (duas vezes), Dead Combo (duas vezes), Diabo na Cruz (duas vezes) Parquet Courts, Libertines, Vicious Five, You Can't Win Charlie Brown, Filho da Mãe... Apesar de, claramente e para minha tristeza, faltar metal neste ano de concertos, foi um ano do caraças. Ainda vou a tempo de arrastar a Xana para More Than a Thousand no Garage, para acabar de vez com a audição e paciência dela. Outra coisa curiosa e que muito, muito me orgulha é que vi pelo menos onze concertos de bandas portuguesas. Cheguei ao décimo concerto de Linda Martini, num concerto mais curto que o habitual mas com uma setlist adequadíssima, o segundo concerto que vejo deles na ZDB, depois de dois no Ritz e outros seis em sítios tão variados como o CCB, Lux ou o Dolce Vita Tejo. Para o ano já sabemos que vai haver Muse, agora, senhores promotores, é trazer cá bandas do metal, se faz favor. Ainda me falta ver Iron Maiden das bandas clássicas e isso não pode ser.
Almas penadas
Foi ali, na primeira fila, que tivemos a sorte de assistir a este concerto, Xana de um lado, Catarina do outro. A Catarina ficou com uma baqueta do Alexandre Frazão, generosamente apanhada por uma senhora que, vendo a excitação da criança em apanhá-la, fez a gentileza de lha dar. Foi um concerto diferente do outro que vimos no Coliseu (dessa vez em que ficámos no palco). Não consigo dizer de qual dos dois gostei mais: a setlist foi mais variada neste, mas acho que a anterior me enchia melhor as medidas. Neste estávamos mais perto deles, no outro a dimensão da plateia era, talvez, dez por cento desta, muito mais intimista. Ontem tivemos um anão, instrumentos de sopro, cordas, percursão, teclas, vários músicos, até voz. No anterior eram apenas os dois. Acho que nos posso considerar sortudos por termos visto os dois.
3 de dezembro de 2014
Assim também eu
Está um gajo a falar na opinião pública da SIC, todo pomposo "ah e tal eu represento a empresa X que duplicou a faturação e agora vendemos para X países e etc". Pena é ele esquecer-se de mencionar que só contratam pessoas elegíveis para estágios do IEFP. E que um ano depois contratam outras pessoas elegíveis para o mesmo estágio. E por aí em diante.
28 de novembro de 2014
20 de novembro de 2014
2014 em música
13 de novembro de 2014
10 de novembro de 2014
Sempre a bater no ceguinho
Gente idiota que fala em "golo anulado" ao Nacional. O árbitro apita antes (e mal, tão mal tirado esse fora-de-jogo) e os jogadores do Benfica deixam de se fazer ao lance. Não é um golo anulado. Na primeira parte deixaram passar um fora-de-jogo de um metro ao Nacional: se tivesse sido golo queria ver o que diziam as virgens ofendidas que agora reclamam. Já no golo anulado (este sim) ao Montero, o Slimani faz-se ao lance. Não percebo a dúvida dos sportinguistas. O Tozé, jogador do Porto emprestado ao Estoril, por precaução, não devia ir acima de Leira durante os próximos tempos: parecendo que não as rótulas dão jeito a um jogador de futebol.
O recrutamento nas imobiliárias deve ser muito exigente
Boa tarde, estou a falar com o senhor Ricardo?
Sim.
Quer então marcar uma visita ao imóvel?
Visita? Não, eu não selecionei a opção "marcar visita", escolhi "pedir informações", apenas quero saber a morada.
Ah, não, a morada não damos.
Ok, nesse caso obrigado, mas não estou interessado em marcar uma visita sem saber a morada. Boa tarde, com licença.
Mas... Eu digo-lhe onde é, mais ou menos, Mas porque interessa a morada?
Mais ou menos já eu sei, interessa-me a morada porque não quero perder o meu e o seu tempo a marcar visitas a um imóvel que é numa rua que não me interessa.
Ah... Então este é numa praceta fechada, não lhe deve interessar... Vou enviar para o seu mail mais imóveis para ver.
...
Dois dias depois...
...
Oi, estou a falar com o senhor Ricardo? Fala X da imobilária Y. Viu os imóveis que enviei?
Vi, e como respondi no mail, não estou interessado.
Mas... Não tem pressa?
Alguma.
Então e não quer nenhum daqueles?
Não, obrigado.
Mas não tem urgência?
... Alguma, sim.
E não quer nenhum daqueles? Tem movimento, são bem localizados!
Não, obrigado, nehum dos imóveis está dentro do que pretendo.
Mas viu as fotos?
... Claro.
Ah, viu as fotos... Então e não quer nenhum?
...
6 de novembro de 2014
Não podia estar mais de acordo
Prémios PEN para as obras publicadas no ano de 2013, com o apoio da DGLAB
POESIA:
Gastão Cruz, Fogo (Assírio & Alvim), ex-aequo com Golgona Anghel, Como uma Flor de Plástico na Montra de um Talho (Assírio & Alvim)
NARRATIVA:
Ana Luísa Amaral, Ara (Sextante), ex-aequo com Bruno Vieira Amaral, As Primeiras Coisas (Quetzal)
Tenho os livros do Gastão e da Golgona com dedicatória, agora o Bruno não se pode cortar.
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