25 de julho de 2014

Esta miúda não tem emenda


(depois de ler A Culpa é das Estrelas...)

Onde é que eu devia estar neste momento?



A Catarina ia morrer de medo, mas ia valer a pena.




(se não tivesse namorada isto era coisa para me manter virgem durante trinta anos). Daqui.

Benficabandanofobia aguda

Tenho crises de ansiedade sempre que me afasto do pc ou deixo de ter net no telefone com medo que o Benfica venda mais algum jogador.

Está prometido

O partido político que apresentar e vir aprovada uma alteração nos impostos, algo que permita descontar uma percentagem dos gastos com animais de estimação no IRS, tem o meu voto.

23 de julho de 2014

Gente que pontapeou o vácuo e o infinito, saíram, bateram com a porta e foram à procura de si próprias.


2004 foi um ano, vá, bom, em termos musicais


Conforme referido pelo nosso caro bloganormalidade, em 2004 a dispersão em termos musicais é bastante maior que em 1994. Apareceram alguns "best of" (mencionou o Rearviewmirror, dos Pearl Jam, e muito bem) que faziam sentido, outros nem por isso. O meu itunes tem apenas doze álbums que destacaria em 2004, comparado com os vinte e quatro que destaquei em 1994. Curiosamente, tem cinco dos meus discos preferidos de sempre. (Funeral, Rubber Factory, Miss Machine, Leviathan e Three Cheers For Sweet Revenge). Assim sendo, referente a 2004, eu propunha:


Arcade Fire - Funeral
Black Keys - Rubber Factory
Converge - You Fail Me
Dead Combo - Vol. 1
The Dillinger Escape Plan - Miss Machine
Franz Ferdinand - Franz Ferdinand
Head Automatica - Decadence
Lamb of God - Ashes of The Wake
The Libertines - The Libertines
Mastodon - Leviathan
My Chemical Romance - Three Cheers For Sweet Revenge
The Used - In Love and Death

Depois apareceram realmente muitos best of: David Bowie, Helmet, KoRn, Marilyn Manson, NoFx, Pearl Jam, Pixies, Placebo, Pulp, Stone Temple Pilots). Alguém arrisca 1984?




22 de julho de 2014

1994 foi um ano do caraças para a música

Bad Religion - Stranger Than Fiction
Biohazard - State of The World Adress
Blur - Parklife
Bush - Sixteen Stone
Corrosion of Conformity - Deliverance
Cradle of Filth - The Principle of Evil Made Flesh
Green day - Dookie
Hole - Live Through This
Johnny Cash - American Recordings
KoRn - KoRn
Machine Head - Burn My Eyes
Marilyn Manson - Portrait of an American Family
Nine Inch Nails - Downward Spiral
Nirvana - Unplugged
Nofx - Punk in Drublic
Oasis - Definitely Maybe
Offspring - Smash
Pantera - Far Beyond Driven
Pearl Jam - Vitalogy
Portishead - Dummy
Primitive Reason - Alternative Prison
Sick Of It All - Scratch the Surface
Soundgarden - Superunknown
Weezer - Weezer

Há aqui álbums que me marcaram de maneiras que não sei bem explicar, há outros que só aprendi a valorizar mais tarde e me acompanham até hoje, e também há uns que ficam muito bem lá em mil novecentos e noventa e quatro, não envelheceram muito bem. Foi o ano em que nasceu a minha irmã mais nova. Estava no nono ano. Era tudo em bom, nessa altura. Até a música.

Nem de propósito

21 de julho de 2014

Filho de Deus


Mais uma pequena pérola do McCarthy, mais um personagem cuja maldade e decadência se tornam difíceis de descrever (a não ser para o próprio McCarthy, claro). Compreendo que os temas que o autor explora, a geografia dos seus romances ou a violência poética da linguagem não agradem a toda a gente. Para mim é quase perfeito. As paisagens do sul dos Estados Unidos, do início do século vinte bem como a fronteira com o México são os locais perfeitos para a escrita e histórias do autor. Neste livro temos um degenerado que vai perdendo a sanidade e aumentando a perversidade dos seus crimes. Coisa mais ou menos normal nos livros dele. Não vou detalhar a natureza dos crimes (apesar de vir anunciado na contra-capa... boa, Relógio d'Água), mas era coisa para deixar o Correio da Manhã a salivar. O que vale é que a prosa do McCarthy consegue tornar tudo terrível e maravilhoso ao mesmo tempo. 
O James Franco é um fã bastante obcecado pela obra deste autor, tanto que está sempre a falar em fazer um filme do Meridiano de Sangue. Missão quase impossível. Vai daí, fez um filme deste Filho de Deus. 



Não sei se serei capaz de ver. Vi a Estrada e já me custou muito. Este parece que é mesmo mauzinho. Depois descobri isto:


Pequena maravilha.


18 de julho de 2014

Estou a fazer um esforço tremendo

Para não falar do Benfica até à supertaça. É complicado, está a mexer muito com o meu sistema esta pré-época. Tanto que ainda nem sequer re-activei a Benfica TV e o Benfica joga hoje e tudo. 

16 de julho de 2014

Este é mau, mas o outro não lhe fica atrás

Toda gente tem um amigo ou conhecido que nunca gosta de nada. Essas pessoas irritam-me solenemente. Pessoas que, numa discussão sobre qual dos concertos de Black Keys foi melhor, dizem que não gostaram do primeiro concerto porque o som era mau e não gostaram do segundo porque era só hipsters virados de costas para o palco. Eu já nem sequer questiono a validade dos argumentos, a atitude é que me causa alguma perplexidade. Todas as bandas novas são más, por alguma razão, as antigas venderam-se, todos os jogadores contratados são fracos e é este ano que não ganhamos nada outra vez, o novo álbum é mau e o anterior também é e de certeza que o próximo também vai ser mau, e aquele autor é mau, nunca li nada mas é mau, e o público no concerto é mau porque eram só pitas ou só hipsters ou só putos, e o Alive é mau porque é só pitas a tirar selfies e o Super Bock é mau porque é só drogadinhos e pitas e o Rock In Rio é mau porque é só tias e pitas. Aposto que se visse um concerto na companhia de mais duzentos gajos iguais a ele ia dizer "foi muito mau, era só gajos a queixarem-se de tudo e de nada".

14 de julho de 2014

Vocês são os maiores


O primeiro número já está online, com os seguintes colaboradores:
Poesia - Álvaro Reis, Efrem Miranda, Eliza Bradatian; 
Contos - Hugo Proença, João Neves, Lourenço Bray, Ninguém, Pedro Dionísio, Sérgio Mak Costa, Vânia Custódio.
Pode ser que reconheçam um ou dois nomes ali. Espero que leiam e divulguem e, já agora, participem também. Isto foi uma experiência que me deu um gozo tremendo e, sinceramente, fiquei bastante satisfeito com o resultado final. Vamos ver se isto agora tem continuidade ou não, e em que formatos. Obrigado a todos os que colaboraram e divulgaram, são todos os maiores.
Podem sacar aqui o PDF, o Ebook e ver a ficha no Goodreads.

13 de julho de 2014

Terceiro dia nos Alive

Ainda menos gente que no dia anterior. Deu para cruzar-me com conhecidos e amigos, alguns de forma verdadeiramente inesperada. A Holanda ganhava ao Brasil, dizia-me o livescore, tudo estava normal, portanto, fora do recinto. Lá dentro, deu para ver You Can't Win, Charlie Brown em lugar privilegiado, bom concerto para começar calmamente. Até PAUS ainda faltava muito portanto deu para passear (o preço dos discos no stand da FNAC é ridículo em alguns casos), comer outra vez descansados ao lado do palco secundário enquanto War On Drugs partiam aquilo tudo e ainda ir ver um pouco de Bastille (não conhecia, não vou conhecer mais). Depois, finalmente, PAUS. As músicas novas resultam melhor ao vivo do que em disco e desconfio que quem não conhecia não deve ter percebido bem o que se passou ali. As teclas e a voz deviam estar mais altas. Foi dos melhores concertos, ainda assim. É sempre bom ver o Hélio Morais a partir aquilo tudo, mesmo que não seja em Linda Martini. Tenho pena de não terem tocado o Lupiter Deacon, embora ache que o facto de a música ter sido utilizada num anúncio de tv não a tenha favorecido. Por fim, e para um terço da lotação de Arctic Monkeys (estou a ser simpático...), os Libertines. Bom concerto, as músicas são mais musculadas ao vivo, o que é sempre bom. Merecia mais gente. Ou pelo menos gente mais interessada. É o que temos. Para o ano há mais. Desta vez tentem não anunciar o terceiro cabeça de cartaz a menos de um mês do festival. Obrigado.


12 de julho de 2014

Dias dois nos Alive

Ah, o impagável privilégio de andar à vontade, pelo menos durante a maior parte do tempo. Menos gente neste dia, o suficiente para tornar a experiência mais agradável. Duas mil pessoas, talvez, a ver Vicious Five, deu para as despedidas. Seguimos depois para ver Parquet Courts (maravilha) e ainda chegámos a tempo de ver For Pete Sake. Por haver menos pessoas deu para jantarmos sentadinhos, sossegados, enquanto o Sam Smith fazia uma cover esquisita do Do I Wanna Know?, dos Arctic Monkeys. Foi o momento what the fuck da noite. Depois, e finalmente, os Black Keys. Escrever sobre um concerto dos Black Keys é sempre um momento de muita ambiguidade para a minha pessoa. Estamos a falar de uma banda que tem oito discos, sendo que os meus três preferidos pertencem à primeira metade da discografia. Adivinhem quantas músicas tocaram dos primeiros quatro álbums? Se a resposta foi zero, acertaram. Ainda assim, gosto muito do Brothers e gosto do El Camino e do Turn Blue. O álbum que menos gosto é o Attack & Release, mas, mais uma vez, surge a ambiguidade: é o disco que gosto menos mas tem a minha música preferida deles, que tocaram, como sempre, a fechar o concerto. Amigos, um aviso: eles não fecham os concertos com o Lonely Boy, escusam-se de ir já embora. Enfim. Posto isto, o que é que eu achei do concerto? Gostei de vê-los, é sempre bom ver o Dan a tocar solos e o Patrick naquele jeito esquisito dele a tocar bateria, mas não foi, para mim, um grande concerto. O som estava mau (será do sítio? Vi AM do lado oposto e o som estava muito bom, mas há pessoas a queixar-se...), abafado, mas nada que me chateasse por ali além. A setlist deve ter agradado a muito boa gente. Já eu, desisti de pensar num concerto de Black Keys que realmente me agradasse: a hipótese de ver os dois a tocar sozinhos, sem banda de apoio (como fizeram na última música), com uma setlist que englobe toda a carreira deles é tão provável como vê-los colaborar com o Jack White. E se eu gostava que isso acontecesse...


Eu avisei

Antes de Smith, no mesmo palco Heineken, vimos o futuro do rock'n'roll e o seu nome é Parquet Courts. Exageramos, naturalmente, mas a hipérbole, a quente, justifica-se. A banda de Brooklyn, Nova Iorque, assinou o concerto mais entusiasmante do dia. Porque há neles uma sofreguidão pela vida e uma energia quase neurótica a que é impossível ficar indiferente. Porque ao ver o guitarrista Andrew Savage cantar, zangado, disparando palavras em golfadas, enquanto o outro guitarrista, Austin Brown, cobre o frenesim da secção rítmica com solos e melodias próprios de uns Television afogados em anfetaminas, sentimo-nos agitados e vivíssimos, despertos.As canções são curtas, quais comprimidos punk de efeito imediato (imaginemos que os Pavement haviam nascido entre Ramones, Patti Smith, Lou Reed e Tom Verlaine na Nova Iorque punk de final dos anos 1970). Os álbuns são três e o último, Sunbathing Animal, acabou de ser editado. Não os podemos perder de vista.

No Público.

11 de julho de 2014

Primeiro dia nos Alive

Demasiada gente. Não sei até que ponto o recinto suporta uma multidão daquele tamanho. E de quem é que foi a ideia de concentrar as bebidas apenas nas barracas da Heineken? Ir buscar comida a um lado, bebida a outro... Má ideia. De resto, tudo bem: os Arctic Monkeys voltaram a ser muito competentes. Tivessem trocado duas ou três músicas do AM (tocaram dez das doze do disco) por algumas mais antigas (até podiam ser alguns dos singles que toda a gente conhece) e a coisa tinha ficado mais equilibrada. De qualquer forma, é preciso ter confiança para abrir e fechar o concerto com três músicas do disco novo. Hoje há mais.

10 de julho de 2014

Em estágio


Parece que há quarta vez os meninos de Sheffield vão ter de se esforçar para dar um concerto ao nível dos outros. A setlist é a mais fraquinha dos últimos quatro concertos em Portugal (nove músicas do AM, a sério?). Os três concertos anteriores foram sempre em crescendo o que me devia deixar optimista, mas por outro lado esta setlist causa-me perturbações de diversa ordem. Logo se vê.

9 de julho de 2014

É só tamanho


Sais de casa cinco minutos para ir ao supermercado, quando voltas ele salta e bate na cancela, rebola no chão, mete-te as patas nos ombros e lambe-te a cara. Estás fora dois dias, vais apanhá-lo ao hotel dos cães e ele nada, calmo e tranquilo, sem ligar nenhuma. Tomou um banho, coisa que até não desgosta. Já secar o pêlo é que é pior (há sempre queixas dos tratadores) porque toda a gente sabe que os secadores são obra do demónio e é preciso ladrar para eles como se o mundo fosse acabar. 

8 de julho de 2014

Brasil - Alemanha

Os primeiros vinte minutos parece que foram jogados no FIFA'14 da PS4 por dois miúdos de onze anos com défice de atenção, com o botão de correr encravado.

6 de julho de 2014

As novas tecnologias ao serviço da pedinchice dos filhos


A criatura queria ver o filme, o pai não deixa. Ela aí virou-se para o livro, esperta, para ver se, como é para ler e tal, o pai se comovia mas isso também não resultou. Próximo passo lógico? Fazer pedidos pelo instagram para ver se comove a audiência para esta convencer o pai. Deus nos ajude a todos.

Bravo

A menina portou-se muito bem no seu espectáculo de ballet, dominou o galope e a polonaise (?). Nunca pensei ver a minha filha naquele palco. Nunca pensei ter a minha filha no ballet. Por outro lado, também nunca pensei ter uma filha. A partir daí já poucas coisas surpreendem um gajo.

2 de julho de 2014

Isto é sempre a piorar daqui para a frente


Aquele bonito momento em que a tua namorada te alerta para o facto de a tua filha ter comentado uma foto no instagram da Pipoca Mais Doce.

A sério, FNAC?


Por 22,50€ podem levar isto:



E ser felizes.

Parece que é amanhã

O Benfica está quase de volta, e isso, como sabem, é fulcral para o bem estar de uma pessoa. Se o ano passado, por esta altura, tínhamos um carregamento de novos (e promissores...) jogadores, este ano temos um carregamento ainda maior de incertezas. Primeiro, ao nível do investimento: fala-se em três milhões de euros. Ora, para o quinto clube do ranking da UEFA, isso é muito pouco. Três milhões dávamos nós antigamente por trinta e três por cento do Franco Jara. Estão a chegar jogadores a custo zero ou a custo muito baixo. É caso para duvidar. Depois parece que meia equipa saiu ou está para sair. Os emprestados regressam, uma boa notícia. Se fizesse o onze com os jogadores que estão actualmente no plantel seria  qualquer coisa assim:

30 de junho de 2014

Por falar em objectivos

O primeiro número da revista está quase, quase aí. Foi uma ideia, talvez parva, de querer provocar nos outros o que o DN Jovem, por exemplo, provocou em mim. Foi arrastar algumas pessoas que gostam mim e de quem eu gosto para isto. Foi o desafiar pessoas que aceitaram quase cegamente, algumas sem quererem saber pormenores nenhums. Agora é o ver a data limite e aguardar pelos últimos textos. Dê por onde der, termine esta viagem onde terminar, tem sido muito bom. A reacção de algumas pessoas, o voto de confiança que me deram, só por isto tem valido a pena. Agora gostava, muito, mais do que possam imaginar, de ter gente nova a escrever. Nesta primeira edição vamos ter alguns livreiros, alguns bloggers (não me descoso), eu participo só como editor (não há cá misturas), tudo pessoas de bem, algumas das quais eu sou admirador confesso das suas qualidades ao nível da escrita. Ainda não vamos ter nenhum ensaio fotográfico ou ilustrações (com pena minha) mas já houve demonstrações de interesse. Quando sair a revista vou chatear toda a gente para partilhar, participar, divulgar. Ficam avisados.

A verbalização

Foi após verbalizar perante uma, duas, três pessoas que algo que era um sonho se tornou num objectivo. Uma pessoa pensa muito. Demasiado, até. Devia estar a trabalhar, está a sonhar. Está a trabalhar, mesmo assim continua a sonhar. Agora estou na fase em que o sonho se tornou num objectivo: resta saber se irá metamorfosear-se em realidade. 

27 de junho de 2014

O vazio como inimigo do ser humano

Hoje não há jogos do mundial.

Boas notícias

A Sá da Costa renasce. Não o faria dessa forma, não seguiria este formato, mas é, de qualquer maneira, uma excelente notícia. Acredito que o mundo precisa de mais livrarias.

26 de junho de 2014

Aí está a prova da Criatura

Primeira fila e inumeráveis afirmações de "ELE OLHOU PARA MIM!!!", não levou uma palheta mas ficou com a setlist.




25 de junho de 2014

Dentro de momentos

Excursão para Diabo na Cruz. A Catarina vai delirar. Entretanto já recebemos as notas, directamente da directora de turma, três 3 (um deles a educação física, isto para uma miúda escanzelada que não pára quieta pode parecer, à primeira vista, estranho, mas o facto de haver testes explica tudo) e 4 a tudo o resto (baixou o 5 a Ed. Visual e a Ed. Tecnológica do primeiro período, enfim). A grande mancha foi o insuficiente no comportamento. Curiosamente a professora não fez grande alarido disto, embora para mim seja motivo de preocupação. Até porque sou eu que vou ter que aturar a adolescência dela. De qualquer forma, já mereceu o regresso aos concertos. 

22 de junho de 2014

21 de junho de 2014

Messi, aos 90'

Aquela sensação que flutua entre o contentamento e o desgosto, não jogaram nada, mas mal o Messi recebe a bola e dá o primeiro passo já estava a vê-la a entrar, talvez um pouco mais acima (coisas do romântico que há em mim). E pronto, ele desvia para o lado e mete-a lá dentro. Messi, a fazer-me engolir ofensas desde dois mil e seis.


Pelo amor de Diez

Até o Irão está a comportar-se melhor contra a Argentina do que nós contra a Alemanha. O Sabella parece um velhote de reportagem da TVI, sentado num qualquer centro de saúde de província, de braços cruzados sem perceber bem o que se passa ali. Como é que é possível que o Gago jogue em vez do Enzo? A equipa não têm a mínima dinâmica. O Messi não parece conseguir fazer uma jogada mediana, não consegue ser uma peça de uma engrenagem maior. O Higuaín e o Aguero deviam ser obrigados a treinar à parte só a passarem a bola um para o outro. Todos os dias. 

The truth is that...

A monument to human misery

A Securitas conseguiu a proeza de enviar duas pessoas a minha casa, na mesma manhã, para saber se eu queria brinquedos para o smartphone e coisas do género. O que eu acho mais piada é o passo atrás que eles dão quando o Link mete a cabeça de fora por cima da cancela da cozinha. 

Burn the black book page by page

Diziam que ia chover e trovejar hoje, afinal está sol. Isto estraga-me um bocado os planos.

20 de junho de 2014

Breves considerações sobre a primeira parte

O Campbell podia jogar no Sporting: um gajo que sofre um penalty daqueles e o mesmo não é sancionado tem todo o perfil para jogar de verde e branco.
A tecnologia de linha de golo é muito boa. Especialmente porque ainda não serviu para nada.
A Costa Rica jogou mais em quarenta e cinco minutos do que, provavelmente, nós vamos jogar em duzentos e setenta.
Podemos comprar um italiano para suceder ao Enzo. Era de valor.

Costa Rica

Já jogou mais contra a Itália em sete minutos do que nós em noventa contra a Alemanha.

Eu ♥ comentadores online

"Sr.Miguel Esteves cardoso gostaria de saber onde a palavra "Verga"e "Côna" se encontra no dicionario do novo Acordo Ortografico....que eu saiba não existe,mas agora ccom esta manianova mania das modernices nunca se sabe..... É uma falta de respeito pelos olhos de uma senhora quando esta lê o artigo. Imagine um pai ou mãe chegar a casa e os filhos perguntarem mae/pai o que é "verga" ou "cona" porque tinham acabado de ir buscar o jornal da manha deixado em cima da mesa para brincarem e ao lerem tais palavras estranhas que nunca ouviram falar,desperta naturalmente a curiosidade natural de saberem o seu significado pois na escola a professora nao ensinou essas palavras....Haja bom senso e evitar deste tipo de palavras que não sao boas par ninguem...."

18 de junho de 2014

No espaço de duas semanas


Boa altura para se ouvir música, agrada a todos os quadrantes musicais cá de casa. Pronto, Every Time I Die e Mastodon é só para mim, mas elas têm de ouvir às vezes. Viver comigo não é só coisas boas. 

Thirst


Temporary ground

Começa a dar o Fever de Black Keys e a Catarina assobia a música, afinadinha, no banco de trás. Passados cerca de dois minutos solta um estridente "PAAAAAI!" e eu, meio assustado, volto-me para trás e ela diz "SEI ASSOBIAR!!" e eu tentei-lhe explicar que, além dela estar a fazê-lo há dois minutos nesta música, já o fez por outras vezes durante a viagem matinal de hoje. Achou perfeitamente normal e continuou a assobiar.

16 de junho de 2014

Maneira simples de perceber quem não tem lugar no nosso facebook


Paulo Bento, ou o dilema das selecções

Quando és seleccionador tens duas hipóteses: ou escolhes uma formação e uma táctica e convocas e escalas os jogadores que melhor a interpretam; ou escolhes os que consideras os melhores jogadores, metes os onze melhores a jogar e o resto logo se vê. Assim de repente não estou a ver uma selecção que tenha ganho usando a segunda hipótese. Todas as melhores selecções têm patinhos feios no onze inicial. Porque não sacrificar uma das três vacas sagradas do meio-campo em detrimento de mais um avançado? Ou um outro ala e deixar o Ronaldo jogar solto? Ainda vamos a tempo de passar, mas acho que nem a Espanha jogou tão mal. 

Para equilibrar as coisas

Hugo Almeida a titular.

Moving without motion


Sabella, aprende que não duro sempre

É em Jorge Jesus, na época de 2009/2010, e no seu rolo compressor de nome Benfica, que encontramos a chave do sucesso para a Argentina.


Sendo que, numa explicação muito rápida, Mascherano faz de Javi, Enzo de Ramires, Messi de Aimar (o seu grande ídolo, atenção), Di Maria de Di Maria (talvez a adaptação mais complicada, por vários motivos), Aguero de Saviola e Higuaín de Cardozo. Rojo pode fazer de bandeirola de canto, em havendo necessidade, porque de Coentrão não é possível. 


15 de junho de 2014

Mundial de futebol

Ou aquela altura de quatro em quatro anos em que eu torço por uma equipa onde joga o Messi. Até a Catarina está espantada.

Felicidade dominical

Pirlo

Livre. Bola para um lado. Guarda-redes para o outro. Um penalty com barreira, a alguns vinte e cinco metros da baliza. Termina na barra, não foi golo mas foi espectáculo, como disse Gabriel Alves um dia num lance de Pelé, numa cassete que eu via com os resumos dos mundiais. Este mundial podia ser só Pirlo. Está perdoado das merdas que disse do Benfica. E isso é dizer tudo.

13 de junho de 2014

Já ganhou, senhor comentador da RTP

"A única me imagem que me ocorre é uma velhota a ser atropelada por um carro em excesso de velocidade."

Clockwork orange

So far, so good. Uma Holanda que pouco joga a dar 4-1 à Espanha. Nada mal. E aquele penalty? Qual? Pois.

Ao contrário da crença popular

Ontem foi um óptimo dia para ir à Hora H na Feira do Livro. A maior parte dos stands tinha poucas ou nenhumas pessoas, deu para passear, conversar e até, veja-se bem, para a Catarina comprar dois livros. É a loucura. Ouvi coisas como "estás gordinho" e "estás com bom aspecto" e "estás com um óptimo ar", o que me deixou algo confuso, e ouvi muitas vezes coisas como "deixa-me só ver ali a Relógio / Cotovia / Tinta-da-China prometo que é a última" e, quando dei por isso, todo eu era sacos, em duas visitas e meia a senhora comprou dezassete livros. Não sei para que é que as pessoas levam carrinhos para a feira quando podem levar os namorados. Talvez os carrinhos se queixem menos. 

12 de junho de 2014

Boa Alive, boa, Libertines, a sério?

Quem é que são os cabeças de cartaz do terceiro dia? Libertines. Eu até gosto do primeiro álbum, gostava de vê-los no Alive mas nunca como cabeças de cartaz. Não tinham mais bandas e foram ao centro de desintoxicação ver quem estava disponível? Bem sei que o Alive é um bocado a bitch da NME e uma pessoa sabe como é que estes ingleses são com as bandas deles, os Libertines eram a coisa mais espantosa desde os Beatles, quando apareceram, e os Arctic Monkeys eram a coisa mais espantosa desde os Libertines, e os Palma Violets eram a coisa mais espantosa desde os Arctic Monkeys, e por aí fora. Resta saber se o Pete Doherty aparece em condições. Ou se aparece. 

11 de junho de 2014

A não perder, durante o Mundial

Tradição familiar

O Little Big Planet 1 e 2 foram os primeiros jogos que eu e a Catarina jogámos do princípio ao fim, em modo cooperativo. Rimos, discutimos, trabalhámos em conjunto para atingir as metas, resolvemos puzzles com a ajuda um do outro. Agora, em Novembro, sai o Little Big Planet 3 e vai ser a loucura. Isto se ela não ficar proibida de tocar na PS4 até ao fim da vida, depois de ver as notas dela.



9 de junho de 2014

O John Oliver apresenta-vos a FIFA, essa organização sem fins lucrativos

Money is the reason we exist, everybody knows it, It's a fact (kiss, kiss)


O Herberto Hélder é o nosso salvador, está visto, o homem faz mais pela economia que todos os ministros juntos, ponham o homem a escrever livros todos os dias subsidiado pela união europeia e, com o mercado paralelo, vamos erguer Portugal graças a livros que pouca gente irá, na realidade, ler. 

Não te vou vender, amiguinho.


Começa a palhaçada: o livro está à venda na feira do livro, por exemplo


Tristeza.

"Não costumo por norma dizer o que sinto / mas aproveitar o que sinto para dizer qualquer coisa"

Passei a noite a adormecer profundamente para acordar poucos minutos depois, uma e outra e outra e outra vez, com a sensação de sono e de estar, na verdade, sempre a dormir, mesmo estando acordado: o meu corpo dizia tenho sono e a cabeça dizia VAMOS FAZER CENAS E PENSAR E ESCREVER A MADRUGADA É PARA MENINOS SIGA PARA BINGO HEI JÁ PENSASTE COMO SERÁ O INFINITO MESMO FIXE MEU PENSA LÁ, e assim uma pessoa não dorme mas também não faz nada de jeito, depois levanta-se e lê coisas como o que está ali em cima, do Ruy Belo, e chega a muitas conclusões que me fazem sentir muita coisa, mas, ironia, não me dão vontade de escrever nada.

8 de junho de 2014

Nota-se muito que quero acabar de ler a Trilogia da Fronteira?

Ler uma frase, pensar isto parece coisa do Paulo Faria, voltar atrás, ler "tradução de Paulo Faria". Boa, pensei eu, agora já ias traduzir o Cities of the Plain do McCarthy, em vez de andar a brincar com a Granta. 

Estou a portar-me muito bem... Ou a fingir, pelo menos.


Não percebo

Tenho vinte amigos em comum com a Chiado Editora. Se isto não faz uma pessoa reflectir nas nossas companhias não sei o que fará. E depois gostam de imagens que a Chiado posta, daquelas imagens ridículas com dizeres muito importantes e que deixam uma pessoa sensibilizada. Estas pessoas sabem o que raio é a Chiado Editora? Como é que se movimenta no mercado? O que faz aos seus "autores"? Certamente que não. 





A gente diverte-se imenso

Siri Hustvedt, até agora a estrela maior da Granta III.

6 de junho de 2014

Homem Duplicado, em inglês Enemy (em tradução literal, claro)

Vou ver o filme. "Ah, mas o livro e não sei quê". Não me interessa. Felizmente li o livro e gostei, não tanto como o Ano da Morte de Ricardo Reis (nem creio que leia outro livro do Saramago que me agrade tanto...), talvez mais do que A História do Cerco de Lisboa. Tendo em conta os prognósticos iniciais de desgraça, os setenta e cinco porcento com que está no rotten tomatoes são uma surpresa. Claro que me chateia a troca dos nomes, tal como pequenos (pelo menos pelo trailer) pormienores que estão diferentes. Mas desde que li o livro que pensei que daria um bom filme. No dia dezoito logo se vê.

Já não há castigos que cheguem para a criatura, mais um mail da directora de turma

Sugestões para castigos precisam-se. Coisas criativas e úteis.

5 de junho de 2014

Depois do castigo

Vai ser o meu primeiro fim-de-semana, em muito tempo, sem pulseiras de elástico e respectivos gadgets e sacos cheios de elásticos pela casa. Devido às pulseiras conheço todas as lojas do chinês aqui da zona agora. Parece que este fim-de-semana descanso nessa vertente. Mas também só acredito quando vir a criatura entrar no carro de mãos a abanar. 

#freethenipple

Está o circo montado, tudo porque o instragram bloqueou uma foto da filha do Bruce Willis onde se viam os mamilos dela. Os mamilos masculinos são permitidos, os femininos não. Os defensores do #freethenipple advogam que anatomicamente são a mesma coisa: e são. "Ah, mas no instagram as crianças podem ver os mamilos das senhoras e ficar depravadas", pois, mas porque raio as crianças andam no instagram? E quando vão à praia há sempre pelo menos uma senhora a fazer topless. Qual é a diferença? Ao vivo tudo bem, nas fotos não? Onde é que se traça um limite? "Ah, se fosse a tua namorada não gostavas", o corpo é dela, ela é que sabe, eu gosto sempre de vê-la, seja onde for. No instagram devia ser a mesma coisa: cada um sabe de si, querem mostrar mamas? Elas é que sabem. Agora, espero que ninguém tenha a ingenuidade de pensar que, se andar a mostrar as mamas no instagram, não irá aparecer um tarado qualquer a dizer / fazer coisas inapropriadas. 

4 de junho de 2014

A melhor prosa poética que li até hoje



Não percebo como lhe escapou o prémio Camões. Fora de brincadeiras, eu tinha alguma esperança neste gajo, mas depois foi ganhando uns jogos e tornou-se nisto. Enfim.

É a cultura, estúpidos

A Bárbara Bulhosa, no seu facebook, alerta para "Mais um golpe nas livrarias independentes. Novo livro de Herberto chega apenas a "alguns grandes grupos" e "às livrarias que a Administração decidir".", dando voz a uma livreira de Évora que mostra o seu desagrado e desencantamento perante esta decisão da editora. Estavam à espera do quê? A editora, com este livro, vai imprimir dinheiro, tão simples como isto: não é poesia, não é arte: é dinheiro. E cada um trata do seu dinheiro como bem entender.
A edição única e limitada (não se sabe ao certo quantos exemplares sairão efectivamente para o mercado) não só não ajuda como também depois alimenta negócios paralelos. Podem limitar a compra à vontade a dois exemplares por cliente: eles vão lá várias vezes, vão a várias livrarias. No entanto, sou totalmente a favor quanto ao respeitar da vontade do autor: quer no número de edições, quer no número de exemplares, quer na chancela que ele escolhe:  há depois especulação quanto à "vontade expressa" do autor em mudar da Assírio & Alvim para a Porto Editora. É normal achar estranho, até porque a Assírio pertence ao grupo Porto Editora. Os puristas estão de cabelos no ar. 
Diz que é a cultura.


3 de junho de 2014

O que é que estás a fazer? Não estou a incomodar, pois não?


Ora essa, cinquenta quilos de cão em cima tornam sempre tudo melhor.

Lazaretto


Até agora estamos a ir bem, Jack White.

Novo Herberto Hélder

Na Porto Editora, não na Assírio, segundo dizem a pedido próprio. Sessenta e quatro páginas, vinte e dois euros. Um cd com cinco poemas lidos pelo próprio. Vinte e dois euros. Edição única, como de costume. Vamos ver como corre. Provavelmente vai ser outra corrida às livrarias, para depois estarem livros à venda a preços ridículos no OLX. Enfim. 

2 de junho de 2014

Prémio PT de Literatura


Se ganhasse o Gastão Cruz na Poesia, o Lobo Antunes no romance e o M. Tavares no conto eu ficava muito, muito contente.

Granta III


Desconhecia a Teresa Veiga, gostei. Mais um conto bastante bom do Valério Romão (esperemos que na quarta Granta venha o terceiro). Li, finalmente, Murakami. Uma tradução do inglês. Será que se perde muito? Não conheço a prosa dele para sequer conjecturar, de qualquer forma deixou-me curioso para ler o Underground. A seguir é a Susana Moreira Marques e estou num pequeno dilema: por um lado, quero muito ler e quero ler depressa, por outro temo que o conto fique bastante aquém do Agora e Na Hora da Nossa Morte

Quando a nossa cara se gastar



Tão bom. Especial atenção para o Juventude Sónica aos 14:18, por favor.

1 de junho de 2014

Arcade Fire

O que se viu na televisão não fez justiça ao que se passou naquele sítio, durante aquelas duas horas. Estiveram à altura das expectativas: isto vindo de um gajo como eu quer dizer tudo.

Feira do livro

Onde as pessoas vão comprar livros baratos. Onde eu vou comprar livros baratos e receber muitos abraços.

Afinal até nem foi mau

Apesar da desconfiança inicial, o concerto da Lorde nem foi assim tão mau.

31 de maio de 2014

Ser pai é fodido

Hoje íamos três ao rock in rio: afinal vamos só dois. A semana que antecedeu o concerto que a criatura mais pequena cá de casa tanto ansiava começou bem, embalada na segurança do quotidiano: levei-a à escola, ela falava do concerto, teve o desplante e a segurança e a razão de me corrigir no nome de uma música de Arcade Fire, sempre com aquela voz de expectativa crescente. Mas eis que a semana passa do sonho ao pesadelo: a menina Catarina consegue, num par de dias, estragar todo o esforço que tinha vindo a fazer no sentido de melhorar o comportamento e as notas na escola. Mas, pior do que uma ficha de português feita sem pés na cabeça, muito longe do que ela pode e sabe, pior do que ter voltado ao mau comportamento e ter sido fortemente repreendida e ter ido apanhar ar a meio da aula, foi ter ocultado dos pais, primeiro a ficha, sob o pretexto de que se a mãe soubesse não a deixaria ir ao concerto (erro tão ingénuo), depois todo o mau comportamento que nos chega sob forma de e-mail da directora de turma, num tom fofinho como se pode imaginar. Posto isto, não nos restou alternativa senão castigá-la: não vai ao concerto, fica sem computador ao fim-de-semana, bicicleta idem, prendas do dia da criança nem pensar. Se não fosse pela Xana até o meu bilhete vendia. Agora a Catarina tem até ao fim do ano para se redimir (vendemos o bilhete dela, se ela se portar bem vai ao Alive ver Arctic Monkeys, mas é surpresa). A pessoa que mais sofreu com isto tudo fui eu: há meses que sonhava com o dia de hoje. O concerto vai ser mágico, tenho a certeza, e era daquelas coisas que ela ia guardar no coração: o dia em que foi ver Arcade Fire pela primeira vez com o pai, naquele concerto mágico do dia trinta e um de maio, quando tinha onze anos. Passei tanto tempo a sonhar com isto e agora ela faz uma coisa destas na semana antes do concerto... A educação dela está em primeiro lugar: por muito que me doa ouvi-la chorar, por muito que me custe, por muito que me apetecesse ir imediatamente buscá-la a casa da mãe e arrastá-la contra tudo e todos para o concerto. Mas ela tem que perceber. E eu tenho que perceber, também. Ela tem que meter na cabeça de uma vez por todas que tem de mudar o comportamento e não pode continuar a ser recompensada como se nada fosse. Hoje íamos três ao rock in rio: afinal continuamos a ir três: eu, a Xana e o meu coração partido. Ser pai é fodido, não sei se já vos disse.

30 de maio de 2014

Granta III

Começar logo com a Alexandra Lucas Coelho: confesso que não morro de amores mas dou-lhe uma hipótese, como se fosse eu um qualquer deus da literatura. Não morro de amores por ela, eu que tendo a apaixonar-me por todas as mulheres que escrevem bem. A Susana Moreira Marques e a Hélia Correia chegam daqui a pouco com a segurança de serem paixões passadas. Acabo de ler a Alexandra Lucas Coelho: continuo sem morrer de amores mas gostei do texto, é daquelas coisas que não se explicam. Acho que traí as vírgulas pelos pontos finais. Vou continuar a ler, agora será a Teresa Veiga. 

Prémio Camões

Hélia Correia? Almeida Faria? Ruben Fonseca? Gonçalo M. Tavares?

29 de maio de 2014

O Eça de Queiroz de certeza que não guardava uma substituição para o minuto 118 do prolongamento



Am I cool enough for you?

Se tudo correr bem será algo do género:

Reflektor
Flashbulb Eyes
Neighborhood #3 (Power Out)
Rebellion (Lies)
Joan of Arc (w/ 'My Body Is a Cage' acapella intro)
Month of May
The Suburbs
The Suburbs (Continued)
Ready to Start
We Exist
Neighborhood #1 (Tunnels)
Intervention (w/ '(Antichrist Television Blues)' outro)
Haïti
Afterlife
It's Never Over (Oh Orpheus)
Sprawl II (Mountains Beyond Mountains)

Encore:
Normal Person
Here Comes the Night Time
Wake Up

Podiam abrir com a Normal Person como noutras ocasiões, mas se for assim ficamos felizes na mesma.

28 de maio de 2014

Agora não sei outra vez


Com a caligrafia de Álvaro Siza Vieira, Armando Baptista-Bastos, Eduardo Lourenço, Dulce Maria Cardoso, Gonçalo M. Tavares, Júlio Pomar, Lídia Jorge, Mário de Carvalho e Valter Hugo Mãe. Não sei. Estou indeciso. Curtia que me convidassem a mim para caligrafar o título de um dos livros. Imagino a reacção dos leitores: "ah, não sabia que o Saramago tinha um título em russo". 

27 de maio de 2014

Sugestão para a próxima sondagem da TVI



Acho que este tipo de sondagem vai no bom caminho mas ainda não toca nos pontos verdadeiramente fracturantes da sociedade. Sugiro as próximas questões:
- A quem é que pedia para lhe raspar os calos?
- Quem é que convidava para uma ménage?
- De quem é que aceitava boleia numa noite escura no IC19 às quatro da manhã?
- Com quem deixava o seu filho, se decidisse emigrar e iniciar uma vida de crime no Luxemburgo?

26 de maio de 2014

Continuando a conspiração

Sérgio Conceição apresentado no Braga. Jesus para o Milan e Nuno Espírito Santo na Luz?

Acho que estou convencido


Por outro lado

Ouvi uma senhora analista, uma paineleira do costume, dizer que os que não votaram estão contra o "establishment". É, é isso. Eles até sabem todos o que isso quer dizer.