Livre. Bola para um lado. Guarda-redes para o outro. Um penalty com barreira, a alguns vinte e cinco metros da baliza. Termina na barra, não foi golo mas foi espectáculo, como disse Gabriel Alves um dia num lance de Pelé, numa cassete que eu via com os resumos dos mundiais. Este mundial podia ser só Pirlo. Está perdoado das merdas que disse do Benfica. E isso é dizer tudo.
15 de junho de 2014
13 de junho de 2014
Já ganhou, senhor comentador da RTP
"A única me imagem que me ocorre é uma velhota a ser atropelada por um carro em excesso de velocidade."
Clockwork orange
So far, so good. Uma Holanda que pouco joga a dar 4-1 à Espanha. Nada mal. E aquele penalty? Qual? Pois.
Ao contrário da crença popular
Ontem foi um óptimo dia para ir à Hora H na Feira do Livro. A maior parte dos stands tinha poucas ou nenhumas pessoas, deu para passear, conversar e até, veja-se bem, para a Catarina comprar dois livros. É a loucura. Ouvi coisas como "estás gordinho" e "estás com bom aspecto" e "estás com um óptimo ar", o que me deixou algo confuso, e ouvi muitas vezes coisas como "deixa-me só ver ali a Relógio / Cotovia / Tinta-da-China prometo que é a última" e, quando dei por isso, todo eu era sacos, em duas visitas e meia a senhora comprou dezassete livros. Não sei para que é que as pessoas levam carrinhos para a feira quando podem levar os namorados. Talvez os carrinhos se queixem menos.
12 de junho de 2014
Boa Alive, boa, Libertines, a sério?
Quem é que são os cabeças de cartaz do terceiro dia? Libertines. Eu até gosto do primeiro álbum, gostava de vê-los no Alive mas nunca como cabeças de cartaz. Não tinham mais bandas e foram ao centro de desintoxicação ver quem estava disponível? Bem sei que o Alive é um bocado a bitch da NME e uma pessoa sabe como é que estes ingleses são com as bandas deles, os Libertines eram a coisa mais espantosa desde os Beatles, quando apareceram, e os Arctic Monkeys eram a coisa mais espantosa desde os Libertines, e os Palma Violets eram a coisa mais espantosa desde os Arctic Monkeys, e por aí fora. Resta saber se o Pete Doherty aparece em condições. Ou se aparece.
11 de junho de 2014
A não perder, durante o Mundial
As crónicas brilhantes de alguém com quem partilho, entre outras coisas, uma costela argentina e uma aversão quase visceral à canarinha. E nem preciso de dizer que é benfiquista, claro. Dos bons.
Tradição familiar
O Little Big Planet 1 e 2 foram os primeiros jogos que eu e a Catarina jogámos do princípio ao fim, em modo cooperativo. Rimos, discutimos, trabalhámos em conjunto para atingir as metas, resolvemos puzzles com a ajuda um do outro. Agora, em Novembro, sai o Little Big Planet 3 e vai ser a loucura. Isto se ela não ficar proibida de tocar na PS4 até ao fim da vida, depois de ver as notas dela.
9 de junho de 2014
Money is the reason we exist, everybody knows it, It's a fact (kiss, kiss)
O Herberto Hélder é o nosso salvador, está visto, o homem faz mais pela economia que todos os ministros juntos, ponham o homem a escrever livros todos os dias subsidiado pela união europeia e, com o mercado paralelo, vamos erguer Portugal graças a livros que pouca gente irá, na realidade, ler.
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| Não te vou vender, amiguinho. |
"Não costumo por norma dizer o que sinto / mas aproveitar o que sinto para dizer qualquer coisa"
Passei a noite a adormecer profundamente para acordar poucos minutos depois, uma e outra e outra e outra vez, com a sensação de sono e de estar, na verdade, sempre a dormir, mesmo estando acordado: o meu corpo dizia tenho sono e a cabeça dizia VAMOS FAZER CENAS E PENSAR E ESCREVER A MADRUGADA É PARA MENINOS SIGA PARA BINGO HEI JÁ PENSASTE COMO SERÁ O INFINITO MESMO FIXE MEU PENSA LÁ, e assim uma pessoa não dorme mas também não faz nada de jeito, depois levanta-se e lê coisas como o que está ali em cima, do Ruy Belo, e chega a muitas conclusões que me fazem sentir muita coisa, mas, ironia, não me dão vontade de escrever nada.
8 de junho de 2014
Nota-se muito que quero acabar de ler a Trilogia da Fronteira?
Ler uma frase, pensar isto parece coisa do Paulo Faria, voltar atrás, ler "tradução de Paulo Faria". Boa, pensei eu, agora já ias traduzir o Cities of the Plain do McCarthy, em vez de andar a brincar com a Granta.
Não percebo
Tenho vinte amigos em comum com a Chiado Editora. Se isto não faz uma pessoa reflectir nas nossas companhias não sei o que fará. E depois gostam de imagens que a Chiado posta, daquelas imagens ridículas com dizeres muito importantes e que deixam uma pessoa sensibilizada. Estas pessoas sabem o que raio é a Chiado Editora? Como é que se movimenta no mercado? O que faz aos seus "autores"? Certamente que não.
7 de junho de 2014
6 de junho de 2014
Homem Duplicado, em inglês Enemy (em tradução literal, claro)
Vou ver o filme. "Ah, mas o livro e não sei quê". Não me interessa. Felizmente li o livro e gostei, não tanto como o Ano da Morte de Ricardo Reis (nem creio que leia outro livro do Saramago que me agrade tanto...), talvez mais do que A História do Cerco de Lisboa. Tendo em conta os prognósticos iniciais de desgraça, os setenta e cinco porcento com que está no rotten tomatoes são uma surpresa. Claro que me chateia a troca dos nomes, tal como pequenos (pelo menos pelo trailer) pormienores que estão diferentes. Mas desde que li o livro que pensei que daria um bom filme. No dia dezoito logo se vê.
Já não há castigos que cheguem para a criatura, mais um mail da directora de turma
Sugestões para castigos precisam-se. Coisas criativas e úteis.
5 de junho de 2014
Depois do castigo
Vai ser o meu primeiro fim-de-semana, em muito tempo, sem pulseiras de elástico e respectivos gadgets e sacos cheios de elásticos pela casa. Devido às pulseiras conheço todas as lojas do chinês aqui da zona agora. Parece que este fim-de-semana descanso nessa vertente. Mas também só acredito quando vir a criatura entrar no carro de mãos a abanar.
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