8 de junho de 2014
Não percebo
Tenho vinte amigos em comum com a Chiado Editora. Se isto não faz uma pessoa reflectir nas nossas companhias não sei o que fará. E depois gostam de imagens que a Chiado posta, daquelas imagens ridículas com dizeres muito importantes e que deixam uma pessoa sensibilizada. Estas pessoas sabem o que raio é a Chiado Editora? Como é que se movimenta no mercado? O que faz aos seus "autores"? Certamente que não.
7 de junho de 2014
6 de junho de 2014
Homem Duplicado, em inglês Enemy (em tradução literal, claro)
Vou ver o filme. "Ah, mas o livro e não sei quê". Não me interessa. Felizmente li o livro e gostei, não tanto como o Ano da Morte de Ricardo Reis (nem creio que leia outro livro do Saramago que me agrade tanto...), talvez mais do que A História do Cerco de Lisboa. Tendo em conta os prognósticos iniciais de desgraça, os setenta e cinco porcento com que está no rotten tomatoes são uma surpresa. Claro que me chateia a troca dos nomes, tal como pequenos (pelo menos pelo trailer) pormienores que estão diferentes. Mas desde que li o livro que pensei que daria um bom filme. No dia dezoito logo se vê.
Já não há castigos que cheguem para a criatura, mais um mail da directora de turma
Sugestões para castigos precisam-se. Coisas criativas e úteis.
5 de junho de 2014
Depois do castigo
Vai ser o meu primeiro fim-de-semana, em muito tempo, sem pulseiras de elástico e respectivos gadgets e sacos cheios de elásticos pela casa. Devido às pulseiras conheço todas as lojas do chinês aqui da zona agora. Parece que este fim-de-semana descanso nessa vertente. Mas também só acredito quando vir a criatura entrar no carro de mãos a abanar.
#freethenipple
Está o circo montado, tudo porque o instragram bloqueou uma foto da filha do Bruce Willis onde se viam os mamilos dela. Os mamilos masculinos são permitidos, os femininos não. Os defensores do #freethenipple advogam que anatomicamente são a mesma coisa: e são. "Ah, mas no instagram as crianças podem ver os mamilos das senhoras e ficar depravadas", pois, mas porque raio as crianças andam no instagram? E quando vão à praia há sempre pelo menos uma senhora a fazer topless. Qual é a diferença? Ao vivo tudo bem, nas fotos não? Onde é que se traça um limite? "Ah, se fosse a tua namorada não gostavas", o corpo é dela, ela é que sabe, eu gosto sempre de vê-la, seja onde for. No instagram devia ser a mesma coisa: cada um sabe de si, querem mostrar mamas? Elas é que sabem. Agora, espero que ninguém tenha a ingenuidade de pensar que, se andar a mostrar as mamas no instagram, não irá aparecer um tarado qualquer a dizer / fazer coisas inapropriadas.
4 de junho de 2014
A melhor prosa poética que li até hoje
Não percebo como lhe escapou o prémio Camões. Fora de brincadeiras, eu tinha alguma esperança neste gajo, mas depois foi ganhando uns jogos e tornou-se nisto. Enfim.
É a cultura, estúpidos
A Bárbara Bulhosa, no seu facebook, alerta para "Mais um golpe nas livrarias independentes. Novo livro de Herberto chega apenas a "alguns grandes grupos" e "às livrarias que a Administração decidir".", dando voz a uma livreira de Évora que mostra o seu desagrado e desencantamento perante esta decisão da editora. Estavam à espera do quê? A editora, com este livro, vai imprimir dinheiro, tão simples como isto: não é poesia, não é arte: é dinheiro. E cada um trata do seu dinheiro como bem entender.
A edição única e limitada (não se sabe ao certo quantos exemplares sairão efectivamente para o mercado) não só não ajuda como também depois alimenta negócios paralelos. Podem limitar a compra à vontade a dois exemplares por cliente: eles vão lá várias vezes, vão a várias livrarias. No entanto, sou totalmente a favor quanto ao respeitar da vontade do autor: quer no número de edições, quer no número de exemplares, quer na chancela que ele escolhe: há depois especulação quanto à "vontade expressa" do autor em mudar da Assírio & Alvim para a Porto Editora. É normal achar estranho, até porque a Assírio pertence ao grupo Porto Editora. Os puristas estão de cabelos no ar.
E depois temos coisas como estas: cadeias de livrarias a permitirem aos seus funcionários comprar apenas um exemplar, e com o desconto de funcionário cortado pela metade.
Diz que é a cultura.
3 de junho de 2014
Novo Herberto Hélder
Na Porto Editora, não na Assírio, segundo dizem a pedido próprio. Sessenta e quatro páginas, vinte e dois euros. Um cd com cinco poemas lidos pelo próprio. Vinte e dois euros. Edição única, como de costume. Vamos ver como corre. Provavelmente vai ser outra corrida às livrarias, para depois estarem livros à venda a preços ridículos no OLX. Enfim.
2 de junho de 2014
Prémio PT de Literatura
Se ganhasse o Gastão Cruz na Poesia, o Lobo Antunes no romance e o M. Tavares no conto eu ficava muito, muito contente.
Granta III
Desconhecia a Teresa Veiga, gostei. Mais um conto bastante bom do Valério Romão (esperemos que na quarta Granta venha o terceiro). Li, finalmente, Murakami. Uma tradução do inglês. Será que se perde muito? Não conheço a prosa dele para sequer conjecturar, de qualquer forma deixou-me curioso para ler o Underground. A seguir é a Susana Moreira Marques e estou num pequeno dilema: por um lado, quero muito ler e quero ler depressa, por outro temo que o conto fique bastante aquém do Agora e Na Hora da Nossa Morte.
Quando a nossa cara se gastar
Tão bom. Especial atenção para o Juventude Sónica aos 14:18, por favor.
1 de junho de 2014
Arcade Fire
O que se viu na televisão não fez justiça ao que se passou naquele sítio, durante aquelas duas horas. Estiveram à altura das expectativas: isto vindo de um gajo como eu quer dizer tudo.
Feira do livro
Onde as pessoas vão comprar livros baratos. Onde eu vou comprar livros baratos e receber muitos abraços.
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