18 de dezembro de 2013

2013 em livros

Reparo agora que dois terços foram de autores portugueses, o maior foi o Piada Infinita, o mais divertido o Festa no Covil, o que me tocou mais o Agora e Na Hora da Nossa Morte, o que me maravilhou mais foi o Memória de Elefante, o que me deixou a olhar para o infinito durante mais tempo foi o Servidões, venha dois mil e catorze.

Apocalipse


Ah, vamos ao Toys r' Us ver prendas para a Catarina


Para a Catarina, claro.

16 de dezembro de 2013

Assertividade

O melhor guarda-chuva é a tristeza.

13 de dezembro de 2013

Minimizar ao máximo

Oito dias de trabalho seguidos, com jornadas até treze horas, não sei bem quem sou e onde venho, acho que faço qualquer coisa que tem a ver com livros mas já nem isso sei bem, leio o Ulisses no comboio mas limito-me a entornar letras pelos olhos, aquilo não está a passar e eu vou ter que reler o livro, talvez devesse ler algo mais light mas não me apetece ler Saramago outra vez, estou a brincar namorada, estou a brincar, gosto muito do Saramago, quando o natal terminar, lá para dois mil e quatorze, eu compenso toda a gente que tem ficado para trás, cão incluído. 

6 de dezembro de 2013

Se for preso venham-me visitar e tragam bolinhos

Ui, providências cautelares e tudo, como isto vai. Nós é mais livros, mas isto cada um sabe de si.

Diz olá às pessoas simpáticas, Ricardo

Este post é o equivalente blogoesférico a um gajo estar em casa a dormir e de repente acordar e ir à sala e tem a sala cheia de gente que não conhece e nós de pijama ou coisa que o valha sem saber bem como aquilo aconteceu.

Black Keys no Alive?

Lá vou ter de ir mais um dia.

Good news, bad news

Hoje é dia de ir buscar a filha para passarmos o fim-de-semana juntos, hoje é dia de ir buscar a filha e ver em que estado é que se encontra o tablet dela, diz que foi o irmão que o partiu.


5 de dezembro de 2013

4 de dezembro de 2013

É, é isso

- Eu sei que tens um blog, é o Farpas e não sei quê.
- É, é isso.

2 de dezembro de 2013

Educação sentimental

O natal na livraria nunca é mais um natal, há sempre algo de novo, há sempre um sentimento especial no ar, há livros por todo o lado, nos sítios mais ou menos óbvios, em réguas de madeira podre no chão, por todos os cantos, há livros bons, há livros maus, há muitos clientes quando a chuva e o frio assim o permitem, livreiros, já foram mais, poucos mas bons, prontos para tudo, inundações, falhas eléctricas, dê por onde der, foi um ano do caraças, somos mais uma vez a livraria número um, fomos eleitos a livraria preferida de Lisboa, cada vez mais há guias turísticos a levar pessoas para ver a livraria, e, a brincar, a brincar, já é o quarto natal, se os meus colegas lessem isto não acreditavam, sim, é o quarto natal, oitenta por cento dos meus natais como gerente de uma livraria foram passados assim, no topo do mundo livreiro, naquele que é, para mim, ainda, o melhor sítio do mundo. 

Colocar debaixo da árvore, não se preocupem com o cão, ele não mexe


27 de novembro de 2013

Na minha secretária


E vai comigo e já não volta.

23 de novembro de 2013

Livreiro

livreiro | s. m. | adj.

li·vrei·ro 
(latim librarius-iiescribacopistasecretáriolivreiroprofessor elementar)

substantivo masculino

1. Pessoa que comercializa livros. = BIBLIOPOLA
2. Pessoa que trabalha numa livraria e tem que subir a escadotes apoiados em soalhos cobertos com alguns centímetros de água, correndo alguns riscos de eletrocução, queda mortal ou banho com água nojenta, pessoa que tem de ir verificar a condição de tubos manhosos em terrenos abandonados entre prédios devolutos, podendo ou não incorrer em crime de invasão de propriedade.

adjectivo

2. Relativo à produção ou comercialização de livros (ex.: cadeia livreiramercado livreiro).

"livreiro", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/livreiro [consultado em 23-11-2013].