31 de dezembro de 2011
Tens o que mereces
Ser acordado às 10:00 no único dia das férias em que podia realmente dormir, por um colega com uma dúvida de trabalho... Nada que não mereça. Eu e a minha ultra-disponibilidade. Se não podia ser uma rapariga jeitosa a dizer que estava com dúvidas existenciais relativamente à consistência de determinadas partes do seu corpo? Podia, mas aí não era a minha vida.
30 de dezembro de 2011
É amanhã, amigos, é amanhã
Já me levaram a filha (já passaram cinco dias?), a casa voltou ao silêncio do costume (ou aos Black Keys, por estes dias). Sentei-me para ler (nota para mim mesmo: não voltar a vir de férias sem trazer livros) e o Ulisses que tenho cá em casa é a tradução para português do Brasil. Bonito, meu chapa. Ficas sem ler, de castigo.
E porque é que as pessoas estão a desejar bom ano hoje? A passagem de ano é amanhã. Isto para quem está de férias e não sabe a quantas anda é coisa para lixar o juízo a um gajo.
Agora à noite parece que vamos ao Oeiras Parque falar mal dos transeuntes, ver roupa e coisas assim educativas.
E amanhã, ui, amanhã então é que vai ser.
O teu argumento é inválido
Estes senhores têm um acordo ortográfico só deles: "Exepto". Porque o acordo ortográfico é demasiado mainstream. Eles têm um T-Rex à porta, a sério, podem fazer o que quiserem.
Even Flow
Reportagens da TVI, no seu melhor:
Entrevistada - "O fluído de doentes é demasiado para a quantidade de médicos que existe!"
Oi?
Entrevistada - "O fluído de doentes é demasiado para a quantidade de médicos que existe!"
Oi?
Indeciso
Gosto muito dos meus livros de papel. Mas também reconheço que se poupa no ambiente ao usar e-readers. E é prático. Tenho de experimentar um e-reader. Podem enviar o iPad ao meu cuidado, ficarei extremamente agradecido.
29 de dezembro de 2011
Ou não
Momento televisivo do dia, na TVI:
"Jornalista - Você estava aqui à espera?
Entrevistado - Sim.
Jornalista - Como as pessoas?
Entrevistado - Sim, como as pessoas."
Compreendo que o termo de comparação era o Armando Vara (que foi passado à frente por aquela médica que agora anda a assaltar ourivesarias na Avenida de Roma com gás pimenta, esta mulher não aceita merdas de ninguém! É para passar à frente? Passa! É para assaltar? Assalta!), mas geralmente, e eu sou pessoa que visita pouco centros de saúde, são pessoas que estão à espera nos centros de saúde..
"Jornalista - Você estava aqui à espera?
Entrevistado - Sim.
Jornalista - Como as pessoas?
Entrevistado - Sim, como as pessoas."
Compreendo que o termo de comparação era o Armando Vara (que foi passado à frente por aquela médica que agora anda a assaltar ourivesarias na Avenida de Roma com gás pimenta, esta mulher não aceita merdas de ninguém! É para passar à frente? Passa! É para assaltar? Assalta!), mas geralmente, e eu sou pessoa que visita pouco centros de saúde, são pessoas que estão à espera nos centros de saúde..
Eu, ex-bom pai, me confesso
O facto de ela agora poder mandar mensagens a quem quiser, quando quiser, é algo que me causa algum transtorno. Exemplo: receber uma mensagem da ex-mulher a perguntar porque é que não agasalhei bem a menina porque ela estava "cheia de frio". Pior, a mensagem original não foi direccionada à dita ex-mulher, mas sim à ex-sogra (o apocalipse é a dobrar, tendo em conta que a ex-sogra é obcecada com temperaturas, agasalhos e merdas do género), coisa que fez com que a ex-sogra contactasse a ex-mulher no sentido de saber se seria necessário ir às compras e comprar uns casacos e vir dar a mim, o ex-bom pai. Viva a tecnologia.
Palavra de criança
É preciso a minha filha jurar a um amigo meu que eu não tenho mulher a dias, e que sou eu que limpo e cozinho em casa (embora faça sempre a devida ressalva: engomar é feito externamente, na empresa Casa da Mãe, LDA, é quase grátis e tudo), para que este acredite. Não sei que imagem passo ao mundo. Começo a ficar preocupado.
28 de dezembro de 2011
Heavy metal da morte
Ontem, antes de adormecer, estive a ouvir um bocado de música na cama, com o iPod. Quando achei que ia cair definitivamente para o lado, pousei o iPod na cabeceira da cama. A meio da noite, não conseguia dormir (o normal, portanto) e andava a rebolar de um lado para o outro. Até que me passei com alguma coisa a bater-me na cara. Fiz um gesto brusco para tirar a "cena" da cara, e o que era a "cena"? Nada mais do que um headphone pendurado da cabeceira. Ao fazer o gesto brusco, saltou-me o iPod para cima, acertando-me amorosamente na cara, ao lado do nariz. Sendo que é um Classic de 120gb, é coisa para pesar e magoar. Mal por mal podia ter-me posto ko.
Like father, like daughter
Fomos passear os All-star ao Chiado, depois fazer uma bonita passagem pela Seguro Directo no Parque das Nações (extremamente turístico, very tipical, aconselho muito), voltar ao Chiado e deixar a criança à solta na livraria mais antiga do mundo e trabalhar um bocado (isto de ficar de férias está a ser difícil). A criança passeou o charme pela loja "ela é tão parecida com a mãe! É tão simpática e querida", ouviu-se por lá, estamos todos com imensa piadinha, deve ser coisa de natal e fim de ano e essas coisas irritantes que afectam as pessoas. Os armazéns estavam cheios, esta gente não trabalha?
27 de dezembro de 2011
Uma coisa boa das férias
É ver o "Opinião Pública", na SIC Notícias. Gostei especialmente da senhora Ulda e do senhor Urbano. As opiniões deles eram dignas dos seus nomes. "Não se percebe se é o IVA que aumenta se são as alcavalas!" Pois. Está tudo dito.
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