13 de maio de 2013

South of the wall

Na senda de não ler jornais desportivos hoje fui ler a Time, não tem o Miguel Sousa Tavares mas tem o John McCain, o que é basicamente a mesma coisa, só muda o lado do Atlântico e o jeito para escrever ficção, tinha uma crónica deveras interessante sobre a geração do milénio, na qual, aparentemente, eu me incluo, açambarca tudo desde 1980 a 2000 (mais um bocado apanhava a minha filha, medo, filha essa que foi passear com a sua antiga empregada e voltou para casa com dois furos no mesmo lado da orelha, e eis que ela se torna uma mestre no "o pai deixou" como desculpa para tudo), geração portanto que partilho com a senhora aqui ao lado, senhora essa que enviei carinhosamente para o Algarve para poder estar em reclusão durante o fim-de-semana decisivo (que todos viram como bem correu...) e que volta com roupa nova e de franja, os ares do sul fizeram-lhe muito bem, mas aqui eu tenho que discordar dos senhores da Time, porque eu e a doce criatura não somos da mesma geração, a geração de 1980 é melhor do que todas as que vieram nos anos seguintes, ah, mas tu não tens factos que corroborem isso, mas, respondo eu, só duvidam porque não conhecem gente suficiente da geração de 1980, então a geração do milénio aparentemente é narcisista e preguiçosa, e mora até muito tarde na casa dos pais, naturalmente que não é tão boa quanto a geração anterior que realmente é fantástica em muitas coisas: especialmente a generalizar.

4 comentários:

São João disse...

1980 rula bués!

Ricardo disse...

:D

Ricardo disse...

Tu já és rés-vés, mas o brilhantismo está lá :D

Ana A. disse...

Os 80 foram os melhores anos!