3 de maio de 2012

Reckless serenade

Já não há paciência para guerras entre empresas do sector livreiro em que absolutamente ninguém sai a beneficiar disso. As pessoas querem é ler, o resto é insignificante. 

3 comentários:

bee disse...

como leitora, digo desde já que concordo. como gestora, sei que qualquer negócio nunca é pacífico... haja paciência....

Ricardo disse...

Como gestora achas que sacrificar parte do mercado (com a consequente má imagem que isso vai inevitavelmente transmitir) em nome das margens é a política correcta?
Nesta situação acho que (quase) ninguém está a ganhar com isto.

bee disse...

o problema é que cada gestor está preocupado com o resultado da sua própria empresa, e não necessariamente com o efeito que as suas acções terão no mercado como um todo. na realidade, não deveria ser assim, deveriam existir objectivos a médio e longo prazo, que nos obrigariam a pensar mais seriamente nos efeitos que este tipo de acção possa ter. mas cada vez mais trabalhamos para cumprir os objectivos do ano (ou do trimestre, do mês...) e depois logo se pensa no assunto...
não concordo que seja este o caminho, mas é o que vejo acontecer, um pouco por todo o lado. e o negócio dos livros não é excepção!...